Leitores. Eis minha Lira!... Minha Lira Romântica. Não escrevo puramente pelo contexto da beleza, não escrevo levianamente. Primeiro sinto no espírito, depois transcrevo. Poesia composta sem sentimento é uma semente oca, uma flor sem perfume, um galho vergado sem seiva e sem frutos. A poesia é um fluido íntimo de nossa alma com tudo que nos comove, as cavernas mais íntimas, entre a beleza, a dor e o mistério. Vê se no riso amargo daquele desnutrido, se no afogo dos mártires, se nos lábios lascivos não há poesia, como no cintilar desvairado dos raios. As dores do espírito corroem mais do que àquelas da carne. Muitas vezes rolaram risos, ou rolaram lágrimas em minha face, compondo ou lendo minha própria criação.
Escrever é o alimento que sacia ou que anestesia as dores da minha alma, é como o sol, a água, que nutre o corpo físico.
Minhas mãos se desvaria nos sentimentos e emoções da alma, se não o fora eu deixaria correr morno meu sangue. Romeu fugiria de Julieta, odiaria Desdêmona, açoitaria Quasímodo, viria a ser a minha própria vítima.
Em minha obra há muitos mistérios da minha alma. Alma que lembra das vivências, ouve as harmonias do universo, vê o imaterial, pressente o intocável. Afinal, o poeta é um ser humano que escuta a própria alma, que encerra em si toda atividade existencial dos planos, que ama, que sente, que pensa ... No afogo das ilusões materiais, a alma é a única coisa que existe.
A CBJE é uma instituição fundada em 29/12/1986 com o propósito de divulgar novos talentos da poesia e da literatura brasileira.
Neste blog, você terá oportunidade de conhecer muitos talentos publicados pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores, e suas respectivas obras. Em "Comentários" você saberá detalhes dos livros (prefácio, apresentação, preço e como adquirir) e poderá, também, utilizar este espaço para estabelecer um contato mais estreito com seu(s) autor(es) preferido(s).
Irremediável
ResponderExcluirestou
em
plena
in/
atividade
e
meu
Silêncio
dói
tanto
como se
fosse
( mas não
é
ainda )
um
Ferimento.
wilson guanais
um forte abraço à todos.
Leitores.
ResponderExcluirEis minha Lira!... Minha Lira Romântica.
Não escrevo puramente pelo contexto da beleza, não escrevo levianamente. Primeiro sinto no espírito, depois transcrevo. Poesia composta sem sentimento é uma semente oca, uma flor sem perfume, um galho vergado sem seiva e sem frutos.
A poesia é um fluido íntimo de nossa alma com tudo que nos comove, as cavernas mais íntimas, entre a beleza, a dor e o mistério. Vê se no riso amargo daquele desnutrido, se no afogo dos mártires, se nos lábios lascivos não há poesia, como no cintilar desvairado dos raios. As dores do espírito corroem mais do que àquelas da carne.
Muitas vezes rolaram risos, ou rolaram lágrimas em minha face, compondo ou lendo minha própria criação.
Escrever é o alimento que sacia ou que anestesia as dores da minha alma, é como o sol, a água, que nutre o corpo físico.
Minhas mãos se desvaria nos sentimentos e emoções da alma, se não o fora eu deixaria correr morno meu sangue. Romeu fugiria de Julieta, odiaria Desdêmona, açoitaria Quasímodo, viria a ser a minha própria vítima.
Em minha obra há muitos mistérios da minha alma. Alma que lembra das vivências, ouve as harmonias do universo, vê o imaterial, pressente o intocável. Afinal, o poeta é um ser humano que escuta a própria alma, que encerra em si toda atividade existencial dos planos, que ama, que sente, que pensa ... No afogo das ilusões materiais, a alma é a única coisa que existe.